Paulo Simões lança aqui uma provocação. Após a leitura de alguns dos artigos que são apontados, achei curioso, por exemplo, que o autor deste termina a sua crítica à Web2.0 (particularizando na Wikipedia) convidando os leitores a passarem por esta: “Este texto, com algumas mudanças, está atualmente disponível para o termo Web 2.0 na Wikipedia portuguesa, onde colaboro e escrevo para que o conceito não vire uma peça publicitária.“
hum!? Escapou-me alguma coisa??…
Mas luz sobre este dilema será certamente dado por este contributo:
Michel Bauwens da P2P Foundation discute os conceitos fundamentais, centrais no sistema de pares (peer-to-peer), em Swinburne, na Australia
Um vídeo que vale definitivamente a pena ver.




4 respostas so far ↓
Paulo Simões // 29 Agosto, 2007 às 12:22 pm
Estou a ver aos poucos…
Vídeo grandinho…
A confusão aumeMENTA ou não ???
João Quintas // 29 Agosto, 2007 às 5:50 pm
Estou a ver agora este video. Apesar de grande é muito interessante. obviamente que não o vou ver todo duma vez só (49 minutos!).
Cristina Viveiros // 29 Agosto, 2007 às 10:59 pm
Não concordo que haja aumento de confusão. Concordo sim que há um enorme volume de informação, tecnologias e possibilidades de exploração. O que é dito por Michel Bauwens é o que a Psicologia e a Sociologia já afirmam há anos, que em ambientes abertos, onde relações de confiança se estabelecem a comunicação é mais eficaz, e a reciprocidade é um mecanismo que alimenta esta mesma relação. Por outro lado, esta troca só funciona se “eu” acreditar que saio beneficiado com ela.
O ser humano sempre contou histórias e gosta imenso de falar sobre si. As aplicações da Web 2.0 dão a possibilidade de cada um de nós contar a sua história, dar a sua opinião, e ser famoso por 5 minutos.
A medida da nossa inteligência terá então de ser avaliada não tanto pela capacidade ou competência de seleccionar qual a informação mais válida ou não, mas pelas relações, conexões, interligações que seremos capazes de fazer. E assim, ir seleccionando quais as fontes em que confiamos, quais as ferramentas que nos convém mais utilizar na realização de tarefas objectivas.
Uma coisa é não utilizar porque não preciso ou ainda não aprendi, outra coisa é não fazer diferente porque não tenho ferramentas para trilhar outros caminhos por onde seguir.
São muitos anos de condicionamento “Office”.
Wikipedia explicada « Viveiro // 31 Agosto, 2007 às 12:50 am
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